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Na sua página no tweeter, Marisa Monte, refere-se ao seu novo disco desta forma: "as pessoas às vezes acreditam que está tudo fechado para elas, mas quando se abrem para as oportunidades, conseguem evoluir. “Portas” é sobre a coragem que precisamos ao fazer uma escolha".
Depois de 10 anos sem lançar um álbum de músicas inéditas, Marisa Monte apresenta “Portas”, um disco recheado de parcerias interessantes e que, apenas segue a estética mantida pela cantora há 30 anos. Aos entusiastas do “inovador”, o aviso é que este não é um álbum nada inovador dentro do universo da artista e da MPP. No entanto, o trabalho refinado, traz uma espécie de escape da realidade do caos social em que se está mergulhado no Brasil. “Portas” é poesia pura e de qualidade, do início ao fim, embalada por arranjos impecáveis que resgatam os tempos dos Novos Baianos à Bossa Nova.

O novo trio que reúne Paula Sousa (piano), André Rosinha (contrabaixo) e Beatriz Nunes (voz), editou o seu primeiro disco À Espera do Futuro.
Os três músicos encontraram a sua afinidade no jazz, na tradição da música erudita e da música regional portuguesa e já se encontraram em concerto, em Fevereiro de 2020, em Potsdam, na Alemanha, no ciclo The Voice in Concert.
Com trabalhos anteriores em nome próprio, reconhecidos pela crítica e público, juntam-se agora num disco de composições inéditas.
À Espera Do Futuro foi escrito durante o lockdown pandémico, observando a emergência de diversos fenómenos sociais e políticos. A música deste disco resulta da combinação destas experiências, oscilando entre a catástrofe e a esperança.
O tema “À Espera do Futuro" que dá o nome ao disco, é uma das composições de Paula Sousa, além de "A minha avó tinha uma coisa", uma balada densa que se desenvolve em vários quadros, “Golpe na sorte”, um tango do trágico quotidiano com letra de Beatriz Nunes e “Navegante”, pensado como um chorinho com letra de Pedro Esteves. Beatriz Nunes é a autora dos temas "Olho de pato”, uma composição mais próxima da música exploratória com uma secção de improvisação livre entre os três músicos, "Primeiros Sintomas", com uma vibrante linha de contrabaixo sobre a qual se desenvolve uma melodia de esconjuro, uma homenagem à tradição ancestral portuguesa contra os maus olhados, e "Quantas Horas", uma cantiga de amigo do séc. XXI com uma melodia de contraponto entre piano e contrabaixo. André Rosinha assina o tema “Girassol”, com letra de Beatriz Nunes, uma composição solar sobre um ostinato de piano, e o tema “Voar sobre telhados”, que encerra o disco num cenário contemplativo na combinação entre a voz e a melodia do contrabaixo com arco.

O novo jornal digital Setenta e Quatro, dedicado ao jornalismo de investigação, com lançamento marcado para dia 13 de julho, decorre a partir das 18 horas, na Casa do Capitão, localizado no Hub Criativo do Beato, em Lisboa (Rua do Grilo, 119) e quer ser um contributo para o reforço da democracia.
Ricardo Cabral Fernandes é o director da nova publicação e vai estar à conversa com Pedro Coelho, jornalista de investigação da SIC, Paulo Pena, jornalista do consórcio internacional Investigate Europe, Carmo Afonso, advogada, em representação da associação cívica Continuar Para Começar, e a diplomata Ana Gomes. A apresentação contará ainda com actuações de Maria Reis e Luca Argel e com o Dj Set de Chima Hiro. Devido à pandemia, será um evento de acesso restricto e com lotação limitada; poderás inscrever-te através do seguinte e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
O Setenta e Quatro é uma publicação digital, interativa, que será actualizada todas as semanas. Partindo do jornalismo de investigação, o novo jornal online propõe-se realizar reportagens e a apresentar artigos de fundo, disponibilizando às leitoras e aos leitores notícias e análises que contenham uma visão mais aprofundada dos temas, nacionais e internacionais. O Setenta e Quatro propõe-se fazer um jornalismo aprofundado e conciliar esse caráter com a pressão da agenda das notícias.

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 O trio texano de Joe Ely, Jimmie Dale Gilmore e Butch Hancock, The Flatlanders, lançaram o seu primeiro álbum em 12 anos, 'Treasure of Love'.
Foi em Em 2009, que os Flatlanders lançaram Hills and Valleys , seu último álbum de gravações originais.
A banda de Lubbock, Texas, fundada em 1972 por Jimmie Dale Gilmore, Joe Ely e Butch Hancock, gravou Treasure of Love durante o bloqueio do COVID-19 com a ajuda de seu amigo de longa data e colaborador Lloyd Maines (vocalista do pai dos The Chicks, Natalie Maines).
As 15 faixas de Treasure of Love revisitam canções que a banda gosta de tocar ao vivo.

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