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O Público de Lorca | Ninho de Víboras | Centro Cultural Malaposta - 10 a 13 junho
Devastado por uma paixão proibida, e falido, Enrique, diretor teatral, devota-se à montagem de uma versão radicalmente livre de “Romeu e Julieta”, no seu mais íntimo e secreto palco: o mundo dos sonhos. Mas até nesse território, a moral vigente é uma flora infestante, e convocará as devidas instituições para uma insurreição contra o Teatro e os seus degenerados entes.
“Fruto de uma profunda investigação em torno de “O Público”, o Ninho de Víboras apresenta uma nova tradução para este texto maior da dramaturgia universal, a primeira realizada em português a partir do manuscrito sobrevivente. Tentaremos iluminar, sob outros ângulos, o “melhor poema” de Lorca. Comédia surrealista, tragédia autobiográfica, music-hall iconoclasta: “O Público” é, em suma, um gesto político, que reivindica o primado da poesia como ferramenta transformadora da realidade.”
O Ninho de Víboras é uma associação cultural criada em 1996 por um coletivo de artistas com formações e percursos distintos, que partilham entre si um conjunto de valores éticos e estéticos. A sua área de intervenção privilegiada é o concelho de Almada. As suas realizações, de natureza multidisciplinar, têm-se manifestado nas áreas do Teatro, Dança, Música, Artes Plásticas e Audiovisuais, organizando também ações de formação, conferências e debates. Os trabalhos do Ninho de Víboras dão primazia à comunicação franca e clara com os espectadores, à provocação e à subjetividade, procurando aprofundar o diálogo com a sociedade e cultura portuguesas.
Texto FEDERICO GARCÍA LORCA
Interpretação JEFFERSON OLIVEIRA, DIOGO FOUTO, RITA BARROS, MARIA VILALOBOS, VICTOR CAETANO, CÉSAR MELO, RAFAELA BINBAL, SARA CASTANHEIRA, TOMÁS GOMES
Música ROBERT FRIPP COM ANDREW KEELING, DAVID SINGLETON
Direção Plástica, Guarda-Roupa, Captação Vídeo e Iluminação GABRIEL ORLANDO
Edição Vídeo CÉSAR MELO
Operação de Som CRISTINA GONÇALVES
Adereços, Operação de Vídeo LUÍS PINHO
Tradução, Dramaturgia, Encenação KARAS
Produção NINHO DE VÍBORAS
Apoios SOCIEDADE FILARMÓNICA INCRÍVEL ALMADENSE, TEATRO EXTREMO, ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA BAIRRO DE SÃO JOÃO (SOBREDA DE CAPARICA), ATELIER GABRIEL ORLANDO
Subsídios CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA, FUNDAÇÃO GDA
São de Braga e “Oceano-Mar” é já o seu terceiro álbum. O nome do grupo (pronunciado de diferentes maneiras por radialistas locais na abertura de “Isto é Água”) é o acrónimo de Oh Chefe Eu Não Pedi Sumol Isto é Água, o que introduz desde logo o nível de boa disposição que ouvimos em todas as peças. Trata-se de um quarteto despretenciosamente apresentado com apenas os primeiros nomes dos músicos, com dois teclistas, Tomás e Francisco, um baixista / contrabaixista, Gonçalo (que sabemos ser filho do investigador de jazz Pedro Cravinho, que já colaborou com a jazz.pt) e um baterista, João. Mas não são os únicos a aparecer ao longo das faixas: os bem conhecidos, da cena portuense, José Pedro Coelho (saxofone tenor) e Gileno Santana (trompete) participam, bem como Henrique Ramos (vibrafone), Simão Duque (trompete), Luís Araújo e Diogo Abreu (guitarras), Mafalda BS, PZ e David Bruno (vozes).
Oceano-Mar (Edição de autor)
OCENPSIEA
Tomás, Francisco (teclados, sintetizadores); Gonçalo (baixo eléctrico, contrabaixo); João (bateria, bateria electrónica) + José Pedro Coelho (saxofone tenor); Gileno Santana, Simão Duque (trompete); Henrique Ramos (vibRafone); Luís Araújo, Diogo Abreu (guitarra eléctrica); Mafalda BS, PZ, David Bruno (voz)
'Blue Weekend' é o terceiro e melhor álbum, o quarteto londrino Wolf Alice. Este é um álbum que revela seus sentimentos. Uma dinâmica em constante mutação, muitas vezes passando de uma terna dispersão para uma luxuosa opulência sónica na mesma música, mas tudo parece o auge do que poderia ser.
Para a New Musical Express, 'Blue Weekend' é uma obra-prima fria que reforça seu lugar no auge da música britânica.
Sinopse
A história da Humanidade vista através de um novo e revolucionário prisma: o trabalho
O trabalho define quem somos. Determina a nossa condição social; como, onde e com quem passamos a maior parte do tempo; influencia a nossa autoestima e até os nossos valores. Mas será que estamos programados para trabalhar tanto?
Qual a razão para, numa época de abundância, trabalharmos mais do que nunca?
E como seria um mundo em que o trabalho desempenhasse um papel menos importante?
Para responder a estas questões, James Suzman traça a grande história do “trabalho” desde as origens da vida até ao presente, desafiando algumas das crenças mais profundas acerca de quem somos. Recorrendo à antropologia, arqueologia, biologia evolutiva, zoologia, física e economia, demonstra que, durante a maioria da história da Humanidade, os nossos antepassados trabalhavam menos e encaravam o trabalho de forma muito diferente. O nosso sentido do que é ser humano foi transformado pela transição da busca de alimentos para a produção alimentar e, mais tarde, pela migração para as cidades. Desde então, as nossas relações uns com os outros e com o meio ambiente, e até o nosso sentido da passagem do tempo, nunca mais foram os mesmos. Defendendo que estamos a meio de um período transformativo na História, Suzman demonstra como a automação poderá revolucionar a nossa relação com o trabalho e, ao fazê-lo, conduzir a um futuro mais equitativo e sustentável, para o mundo e para nós próprios.
Chancela: Desassossego
Data 1ª Edição: 02/06/2021
ISBN: 9789899033313
Nº de Páginas: 336
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa Mole