O novo álbum de Rhiannon Giddens, They Calling Me Home, foi gravado com a participação do multi-instrumentista italiano Francesco Turrisi e mistura com a maior mestria a música da Irlanda, Itália, Appalachia.
Giddens e Turrisi, que andavam em tournée, moram na Irlanda desde março de 2020, devido ao bloqueio pandémico. Os dois expatriados viram-se atraídos pela música de seus países nativos e adotivos, ou seja, América, Itália e Irlanda.
Explorando as emoções trazidas pelo atual momento, Giddens e Turrisi mudaram-se para Hellfire, um pequeno estúdio numa fazenda fora de Dublin, para gravar o álbum durante seis dias. O resultado é They Calling Me Home, um álbum Intimamente gravado e emocionalmente acessível.


Rhiannon Giddens With Francesco Turrisi
They're Calling Me Home (LP 2021)

Os Dry Cleaning, no seu LP de estreia “New Long Leg”, mergulham no surrealismo lírico e na experimentação musical.
Os Dry Cleaning são uma banda pós-punk inglesa formada no sul de Londres em 2018. A banda é composta pela vocalista Florence Shaw, o guitarrista Tom Dowse, o baixista Lewis Maynard e o baterista Nick Buxton.
Eles são conhecidos pelo uso do “spoken word” no lugar dos vocais cantados e pelas suas letras nada convencionais. O seu estilo musical tem influência dos Wire, Magazine e Joy Division.


Os Dry Cleaning, no seu LP de estreia “New Long Leg”, mergulham no surrealismo lírico e na experimentação musical.
Os Dry Cleaning são uma banda pós-punk inglesa formada no sul de Londres em 2018. A banda é composta pela vocalista Florence Shaw, o guitarrista Tom Dowse, o baixista Lewis Maynard e o baterista Nick Buxton.
Eles são conhecidos pelo uso do “spoken word” no lugar dos vocais cantados e pelas suas letras nada convencionais. O seu estilo musical tem influência dos Wire, Magazine e Joy Division.

Dry Cleaning - New Long Leg (LP 2021)


 

Os Perpétua acabam então de se estrear nos discos com Esperar Pra Ver, um trabalho sempre pensado num formato indie, com influências declaradas como os Parcels ou Men I Trust.
Diogo, Rúben e Xavier, depois haveria de se juntar mais tarde a Beatriz, conheceram-se ainda muito jovens numa escola de música na Gafanha da Nazaré, em Aveiro, onde lançaram as sementes de um interessantíssimo projeto nacional que ainda vai dar muito que falar.


Os Perpétua acabam então de se estrear nos discos com Esperar Pra Ver, um trabalho sempre pensado num formato indie, com influências declaradas como os Parcels ou Men I Trust.
Diogo, Rúben e Xavier, depois haveria de se juntar mais tarde a Beatriz, conheceram-se ainda muito jovens numa escola de música na Gafanha da Nazaré, em Aveiro, onde lançaram as sementes de um interessantíssimo projeto nacional que ainda vai dar muito que falar.

Perpétua - Esperar Pra Ver (LP 2021)

A colaboração entre o saxofonista de jazz Pharoah Sanders e o produtor de música eletrónica, Sam Shepherd ou seja Floating Points, resulta num trabalho imaculado e impressionante. Uma verdadeira obra-prima.
A presença da London Symphony Orchestra neste projecto, acaba por ter um papel mais discreto, o que não deixa de ser um precioso “pormenor” que funciona na perfeição para o sublinhado do trabalho dos dois protagonistas principais.
Não é o álbum do ano, é bem mais do que isso. É um sinal de que a cura pela música pode mesmo acontecer. E, assim sendo, divulgar este disco torna-se um dever cívico.

Floating Points, Pharoah Sanders & The London Symphony Orchestra - Promises (LP 2021)

 

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