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Pedro Ramajal Os Cantos da Casa / 21:00 - 23:00

A Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul celebra, em 2021, o seu 136.º Aniversário (7.09.1885) e as celebrações realizam-se nos dias 10 e 11 de Setembro.
Este evento marca também a re-abertura de portas desta casa cultural centenária e a retoma da nossa oferta cultural.
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PROGRAMA:

SEXTA-FEIRA - 10.09.2021
18h00, BAR
Lançamento do livro Tabernáculo, de André Tomé.
Edições Artefacto. Apresentação do livro por: Alexandra Lucas Coelho Conversa com o autor e leituras por: Paulo Tavares e Sara M. Felício
19h00, 1.º piso
Kick-Off - 48 Hour Film Project Lisboa
Live Stream

SÁBADO - 11.09.2021
15h00, BAR
Aula Aberta - Banda Juvenil Guilherme Cossoul
17h00, BAR
OTL da Voz - Ocupação de Textos Livres
por Filipe Fictício
18h00, GALERIA
Inauguração - É melhor não começar pelo início.
Exposição de Pedro Amaro
19h00, BAR
Música para Espaços Confortáveis
Live Performance - Phoenix Weselle

COSSOUL
R. Nova da Piedade 66
1200-299, Lisboa
Nota: A entrada é livre, sujeita à lotação do espaço, respeitando as normas de segurança em vigor.

O grande compositor grego Mikis Theodorakis faleceu em Atenas aos 96 anos, nesta quinta-feira (2 de setembro), segundo foi divulgado por fontes do hospital em que ele estava internado.
Theodorakis conquistou fama mundial em 1964 ao compor a trilha sonora do filme "Zorba, O Grego". Ele também participou na resistência contra os nazis e lutou contra a ditadura militar.
Nascido em 29 de julho de 1925 em Chios, no Mar Egeu, numa família de origem cretense, Mikis Theodorakis é autor de uma obra gigantesca e o mais célebre dos compositores gregos. Com o passar dos anos, ele tornou-se o símbolo da resistência na Grécia.
Muito ativo ao lado dos comunistas durante o conflito civil que explodiu na Grécia após a Segunda Guerra Mundial, ele foi deportado para a ilha prisão de Makronisos, onde foi torturado. Theodorakis foi detido no começo da ditadura dos coronéis, iniciada em 21 de abril de 1967.
Durante a crise financeira que afetou a Grécia há alguns anos, ele se manifestou contras as medidas de austeridade impostas pelos credores do país (Banco Central Europeu, União Europeia e Fundo Monetário Internacional).

Um acervo de centenas de documentos, gravações, fotografias, discos e outros objectos, testemunho da criação musical e da actividade política de José Mário Branco (1942-2019), vai ser gerido por uma comissão científica liderada pela investigadora Salwa Castelo-Branco.
O espólio do músico José Mário Branco, que morreu em Novembro de 2019, aos 77 anos, vai ser organizado e catalogado pela Universidade Nova de Lisboa, disse à agência Lusa um dos filhos do compositor, Pedro Branco, acrescentando que o projecto é que todo esse património venha a ser gerido, no futuro, por uma fundação que a família está a tentar criar para esse efeito.
O protocolo cria ainda o Centro de Estudos e Documentação José Mário Branco – Música e Liberdade, e o espólio será gerido e estudado por uma comissão científica liderada pela investigadora Salwa Castelo-Branco.
Pedro Branco explicou que este acordo dá seguimento ao trabalho que José Mário Branco tinha encetado há alguns anos com o Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md) e com o Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), daquela universidade, visando a identificação e catalogação da sua obra escrita e musical.
“Têm feito um trabalho espectacular de recolha de material”, incluindo coisas que o próprio músico desconhecia, e o protocolo agora assinado “vem legitimar a continuidade desse trabalho”, diz Pedro Branco. “O que estão a fazer é organizar tudo à medida que vão descobrindo mais coisas em Portugal e no estrangeiro”.
O trabalho de catalogação que tem sido feito pelo CESEM está acessível on line e resulta da digitalização de mais de um milhar de documentos, como partituras, cartas, letras de canções, material de trabalho e fotografias:
Arquivo José Mário Branco

Lusa/Público

O BAIRRO EM FESTA é uma iniciativa cultural co-promovida pelo LARGO Residências, Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC e Junta de Freguesia de Arroios, em parceria com a Rede Local de Parceiros Sócio-Culturais em torno do Eixo Almirante Reis (Intendente, Pena, Anjos e Arroios).

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