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Jazz Faz Tarde Jazz Faz Tarde / 23:00 - 24:00

Sinopse
A história da Humanidade vista através de um novo e revolucionário prisma: o trabalho

O trabalho define quem somos. Determina a nossa condição social; como, onde e com quem passamos a maior parte do tempo; influencia a nossa autoestima e até os nossos valores. Mas será que estamos programados para trabalhar tanto?
Qual a razão para, numa época de abundância, trabalharmos mais do que nunca?
E como seria um mundo em que o trabalho desempenhasse um papel menos importante?

Para responder a estas questões, James Suzman traça a grande história do “trabalho” desde as origens da vida até ao presente, desafiando algumas das crenças mais profundas acerca de quem somos. Recorrendo à antropologia, arqueologia, biologia evolutiva, zoologia, física e economia, demonstra que, durante a maioria da história da Humanidade, os nossos antepassados trabalhavam menos e encaravam o trabalho de forma muito diferente. O nosso sentido do que é ser humano foi transformado pela transição da busca de alimentos para a produção alimentar e, mais tarde, pela migração para as cidades. Desde então, as nossas relações uns com os outros e com o meio ambiente, e até o nosso sentido da passagem do tempo, nunca mais foram os mesmos. Defendendo que estamos a meio de um período transformativo na História, Suzman demonstra como a automação poderá revolucionar a nossa relação com o trabalho e, ao fazê-lo, conduzir a um futuro mais equitativo e sustentável, para o mundo e para nós próprios.

Chancela: Desassossego
Data 1ª Edição: 02/06/2021
ISBN: 9789899033313
Nº de Páginas: 336
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa Mole

Alix Senator 1 - Águias de Sangue
Valérie Mangin, Thierry Démarez

Com o mesmo ambiente e universo reconstituídos e transmitidos genialmente pelo seu criador, Jacques Martin, agora as aventuras de um Alix homem, senador de Roma.

Personagem criado em 1948 por Jacques Martin, o jovem gaulês feito patrício romano, tem agora uma nova vida já como senador. Criado em 1948 para se juntar à galeria de heróis da revista Tintin, Alix não só colocou o nome de Jacques Martin no mapa dos nomes de referência da banda desenhada franco-belga como abriu caminho para várias outras representações de figuras e lugares dos tempos da Roma antiga.
Até 1985 Jacques Martin criou um corpo inicial de álbuns que deram vida a Alix, desenvolvendo não apenas a personalidade do jovem gaulês adoptado por um patrício romano, mas com ele viajando a vários destinos possíveis no quadro do mundo conhecido de então (no ponto de vista ocidental, claro).
A morte do seu criador, em 2010, não o afastou dos livros. E desde então, apenas pela mão de novas equipas de argumentistas e desenhadores, Alix continuou a conhecer novas aventuras em álbum e a viajar a novos destinos nessa outra série paralela. A maior das novidades póstumas da vida desta figura criada por Jacques Martin chegou em 2012 com a criação de uma outra série de aventuras que, sob a designação Alix Senator, nos transportam para uma época posterior à das narrativas da série “clássica”, com o protagonista agora um adulto, na casa dos 50 anos, habitualmente acompanhado pelo seu filho Titus e por Kephren, filho de Enak, o seu velho parceiro egípcio entretanto dado como desaparecido.
Roma, ano XII a.C. O imperador Augusto é um homem poderoso. Alix tem mais de 50 anos. É um senador. Enquanto a paz parece finalmente reinar no Império, Agripa, genro de Augusto, é morto selvaticamente por uma águia, o pássaro de Júpiter. Ataque político ou maldição divina? Caberá a Alix descobrir o que se esconde por detrás dessa morte misteriosa. Com a ajuda de Tito, o seu filho, e Khephren, filho do seu companheiro desaparecido Enak, ele descobrirá que um terrível inimigo se instalou no coração de Roma. Um novo fôlego narrativo que se abre para a famosa personagem criada por Jacques Martin: tendo-se tornado um senador de Roma ao entrar na meia-idade, Alix vive novas e agitadas aventuras imaginadas por Valérie Mangin e sumptuosamente ilustradas por Thierry Démarez.

Devastação é o segundo livro de contos de Eduardo Pitta. São seis histórias, com nome de pessoas, não se interligam, nem formam um conjunto. São histórias de vidas ioladas, de pessoas singulares.
As histórias percorrem períodos anteriores ao 25 de abril, da infância, adolescência passada em África, e a vida adulta em Portugal.
Eduardo Pitta é poeta, excritor, crítico literário (tem uma rubrica na revista sábado e um blogue "Da Literatura").

A primeira reunião da obra completa do maior dramaturgo português do século XX e de um dos mais originais escritores da nossa língua.
Edição fundamental de uma obra incontornável da literatura Portuguesa.

Eis o plano de obra:

Volume I - Teatro

A Promessa (1957)
O Bailarino (1957)
A Excomungada (1957)
O Lugre (1959)
O Crime da Aldeia Velha (1959)
António Marinheiro ou o Édipo de Alfama (1960)

Volume II - Teatro

Os Anjos e o Sangue (1961)
O Duelo (1961)
O Pecado de João Agonia (1961) e o Apêndice Irmã Natividade
A Anunciação (1962)
O Judeu (1966)
O Inferno (1967)

Volume III - Teatro

A Traição do Padre Martinho (1969)
Português, Escritor, Quarenta e Cinco Anos de Idade (1974)
Três Quadro de revista (1974)
Os Marginais e a Revolução - «Restos», «A Confissão», «Monsanto», «Vida em Três Fotografias» (1979)
O Punho (1987)

Volume IV – Poesia, prosa e dispersos

A Morte na Raiz (1954)
Romances do Mar (1955)
Os Olhos da Víbora (1957)
Nos Mares do Fim do Mundo (1959)
Dispersos
(o plano de obra para os volumes II, III e IV é ainda passível de alterações)

O autor
Bernardo Santareno (1920 — 1980) é considerado o maior dramaturgo português do século XX.
Bernardo Santareno, pseudónimo literário de António Martinho do Rosário (Santarém, 19 de Novembro de 1920 — Oeiras, 29 de Agosto de 1980) é considerado o maior dramaturgo português do século XX.

Formado em Medicina psiquiátrica, Bernardo Santareno rapidamente conciliou a sua profissão de médico com a de escritor. Primeiro poeta, autor de três livros e mais tarde, em muito influenciado pelas experiências como médico da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova e Gronelândia que incluiria no seu único livro de narrativas, «Nos mares do fim do mundo», dedicou-se ao teatro.

Da sua obra teatral destacam-se «A promessa», «O lugre», «O crime da aldeia belha» ou «O judeu»; a primeira foi retirada de cena por pressões da Igreja Católica junto do governo salazarista.

Várias das suas obras foram adaptadas ao cinema e a telefilmes.

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