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Villagers é uma banda de folk indie irlandesa de Dublin , fundada em 2008 por Conor J. O'Brien. Fever Dreams é o quinto albúm de estúdio da banda.
Escritas ao longo de dois anos, os sons principais das canções foram gravados numa série de sessões de estúdio no final de 2019 e início de 2020. Ao longo dos longos e lentos dias da pandemia, O'Brien foi aprimorando esses sons, no seu estúdio em cas, nacidade de Dublin, e o álbum foi produzido por David Wrench.
O'Brien disse sobre a gestação de Fever Dreams: “Tive vontade de escrever algo que fosse tão generoso para o ouvinte quanto para mim mesmo. Às vezes, os estados mais delirantes podem produzir os sonhos mais extáticos e eufóricos.

 

 

Coplas del Ciego é o quinto album gravado por Luis Pastor. Original de 1983, o disco foi agora remasterizado, vai ser distribuido com a edição deste fim de semana do jornal El País. O disco contou com a colaboração de Luis Mendo, Paco Villar e Miguel A. Campos. Os temas, passados estes anos, ainda se encontam actuais. Nos anos 80, Luis Pastr tocou estes temas na televisão espanhola, oque levou à emissão do então diretor de programação da RTVE.

O Problema dos Três Corpos, o primeiro volume da trilogia O Passado do Planeta Terra de Liu Cixin, da qual fazem parte A Floresta Sombria e O Fim da Noite. Este primeiro volume começa na China, no auge da Revolução Cultural ao serviço da ideologia. Um pequeno grupo de astrofísicos, militares e engenheiros começa um projeto ultrassecreto envolvendo ondas sonoras e seres extraterrestres. Uma decisão tomada por uma cientistas mudará para sempre o destino da humanidade e, cinquenta anos depois, uma civilização alienígena à beira do colapso planeia uma invasão. O problema dos três corpos é uma crónica da marcha humana em direção aos confins do universo.
Nesta obra Cixin Liu, a astrofísica e da literatura fundem-se, numa experiência literária a não perder. A opinião sobre civilizações extraterrestres nunca mais será a mesma.
O autor foi buscar a um problema da astronomia, mais propriamente da mecânica celeste, o título para esta obra. Trata-se de como determinar as trajetórias orbital de três corpos submetidos apenas à força gravitacional newtoniana entre eles. A Física está presente ao longo do livro.

SOBRE O AUTOR:
Liu Cixin nasceu a 23 de Junho de 1963, afirmando-se como um dos mais conceituados escritores da China contemporânea. Venceu nove vezes o Galaxy Prize (o prémio mais prestigiado atribuído a autores de ficção científica na China). Recebeu também o Prémio Hugo em 2015 com o livro O Problema dos Três Corpos, e o Prémio Locus em 2017 com o livro Death’s End, que lhe valeu também uma nomeação para o Prémio Nebula do mesmo ano. O seu nome aparece frequentemente referenciado na tradução das suas obras como Cixin Liu.

O Problema dos Três Corpos de Liu Cixin 
Editor: Relógio D'Água
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352

Notívago, boémio, brigão. Receoso de que a imagem pública lhe ensombrasse os méritos literários. Crítico do marialvismo. Acusado de ser marialva. Bem relacionado. Obcecado com a própria independência. O maior escritor da segunda metade do século XX. Um escritor datado e sem a mesma projeção internacional de um Lobo Antunes ou de um Saramago. Um espírito insubmisso. Um casamento duradouro. A convicção e a crença no próprio trabalho. Momentos de dúvida e angústia. Neste livro, vive um homem cuja personaldade foi formada no antagonismo. E um espírito que, apesar de amarrado a diversos ódios (ao campo, ao regime, à pequena burguesia da qual era originário, à literatura sentimental e demagógica, à polícia, à Igreja), nunca desistiu de Portugal e de ser escritor.
Da influência inicial da literatura anglo-saxónica, passando pela necessidade de encontrar uma "sintaxe citadina", ou pela importância de incorporar a experiência na criação literária sem cair no sentimentalismo ou no confessionalismo, até ao salazarismo enquanto quadro de mentalidades contra o qual toda a obra de Cardoso Pires se desenvolve, esta biografia dá a conhecer o processo de construção de um escritor.
Pela mão do destacado escritor Bruno Vieira Amaral, o leitor conhece a exigência obsessiva e quase doentia, a lentidão no processo de escrita e publicação e como isso entrava em contradição com a aspiração ao profissionalismo e com a insistência na dignificação do ofício de escritor que toda a vida José Cardoso Pires, o integrado marginal, defendeu.

Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978. Colabora com a revista Ler, o Expresso e a Rádio Observador. O seu primeiro romance, As Primeiras Coisas (Quetzal, 2013), foi distinguido com o Prémio PEN Clube Narrativa, Prémio Literário Fernando Namora, Prémio Time Out e Prémio Literário José Saramago, em 2015. Em 2016, foi nomeado uma das Dez Novas Vozes da Europa (Ten New Voices from Europe), escolha da plataforma Literature Across Frontiers. O seu segundo romance, Hoje Estarás Comigo no Paraíso (Quetzal, 2017), recebeu o prémio Tabula Rasa 2016-2017 na categoria de Ficção, e o segundo lugar do Prémio Oceanos 2018. Em 2018, foram reunidos os seus melhores textos dispersos no volume Manobras de Guerrilha. Os direitos dos seus livros foram vendidos para vários países.

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