Ouvir rádio pela Internet


OS RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018 DO ESTUDO BAREME RÁDIO DA MARKTEST, REVELAM QUE MAIS DE 1,4 MILHÕES DE RESIDENTES EM PORTUGAL CONTINENTAL OUVIRAM RÁDIO PELA INTERNET.
O perfil dos indivíduos que costumam ouvir rádio online, a idade apresenta-se como a variável com maior heterogeneidade. Os indivíduos entre os 25 e os 34 anos são os que possuem maior afinidade com este hábito, comum a 30.5% deles. Os valores de penetração vão diminuindo à medida que a idade aumenta, chegando ao valor mínimo de 1.7% nos indivíduos com mais de 64 anos.
A ocupação é também uma variável que regista um comportamento diferenciado. Enquanto nos Quadros Médios e Superiores a penetração deste hábito de ouvir rádio pela internet é de 36.4%, nos Reformados, Pensionistas e Domésticas a taxa de penetração não vai além de 4.9%.
As classes sociais também apresentam um comportamento relativamente heterogéneo, com os valores a baixar gradualmente de um máximo de 29.5% entre os indivíduos da classe alta para um mínimo de 4.9% entre os indivíduos da classe baixa.
Analisando os dados por género, observa-se que este hábito é mais equilibrado, apresentando uma taxa de penetração de 19.0% entre os homens e 15.0% entre as mulheres.
As regiões também apresentam valores mais próximos entre si, sendo no entanto, os residentes na Grande Lisboa os que mais ouvem rádio pela Internet, com uma taxa de penetração de 20.0%.

 

VOZ DE CENA

Esta Noite Grita-se e a Rádio Voz Online em parceria transmite a peça Ruínas, da dramaturga inglesa Sarah Kane. Aquando da sua estreia em Londres no ano de 1995, foi fortemente criticada pelo seu conteúdo chocante e acusada de mostrar a violência com o único intuito de chocar. No entanto esta, que é a sua primeira obra, foi posteriormente reconhecida mundialmente juntamente com o resto das suas peças. Sarah Kane, suicidou-se em 1999, com 28 anos de idade.
A história da peça, decorre num quarto de hotel onde se instala Ian, um jornalista, e a sua ex-namorada Cate. Lá fora decorre uma guerra que irrompe para dentro deste espaço que se torna cada vez mais asfixiante e grotesco. A visita de um Soldado que abusa de Ian e que depois se suicida, a tentativa de Cate de salvar um bebé moribundo e a destruição do quarto por um morteiro, criam o setting para nos debatermos com a ideia de violência.
Esta gravação foi realizada no passado dia 1 de julho, no IFICT.
No elenco, desta leitura temos Bruno Bernardo, David Pereira Bastos, Filipe Abreu e Rita Cabaço, dirigidos por Miguel Maia.
No final da apresentação, poderão ainda escutar uma entrevista com Filipe Abreu e Miguel Maia, a propósito dos dois anos do projecto Esta Noite Grita-se e perspectivas para o futuro.
Esta noite grita-se, uma co-produção da Companhia Cepa Torta e Inquietarte.

 

OS CANTOS DA CASA


Carolina Deslandes n' Os Cantos da Casa
Carolina Deslandes ― Casa, 2018.
RioLisboa ― Moça morena, 2018
Banda do Casaco ― Também eu, 1982.
Desidério Lázaro ― Subtractive colors, 2015.
Diogo Picão ― Cidade saloia, 2018.

APÓSTROFE

A selecção musical e as propostas para o próximo fim de semana de Li Alves.

Pré escuta

Pode escutar aqui "The Militant Ecologist" do novo disco do guitarrista Marc Ribot, “Songs of Resistance 1942-2018”, com data de lançamento para amanhã, sexta-feira, 14 de setembro. 

RASCUNHOS

Rascunhos de Cristina Alves estão de volta, depois de um mês de férias. E regressa com uma entrevista a André Diniz.

De origem brasileira, André Diniz tornou-se uma presença marcante no mercado da banda desenhada portuguesa, com diversos livros publicados através da Polvo e da Levoir. Entre as suas obras destacam-se "Morro na Favela", "Olimpo Tropical" ou "O Idiota".

LADO B

Depois do Mar, a Lua. O Lado B dedicou a emissão da passada terça-feira às canções em que a poesia nos leva até à Lua.

APÓSTROFE

O REGRESSO

Adivinhem quem voltou?
A Apóstrofe regressou das férias, e hoje a Li Alves estará em estúdio para vos dar as últimas novidades da música e dos eventos que espreitam por aí!

APÓSTROFE

No ar até próximo das 23h, com a companhia de Li Alves.

DISCOCRACIA


COMBATE ROCK
A madrugada de 3 de março de 1991 foi trágica para a Califórnia. Depois de uma perseguição, a polícia espancou o negro que tinha recusado parar. A agressão a Rodney King foi o rastilho para os motins mais violentos da história de Los Angeles.
E este cenário de tensão social foi o pretexto que Zack de La Rocha, mexicano, e Tom Morello, negro, precisavam para pôr mãos à obra. Com a imagem de um monge budista a arder contra a guerra do Vietname na capa e um single com a palavra «fuck» repetida dezassete vezes, Rage Against the Machine não era o disco mais fácil de promover, mas isso também não era importante.
Acabariam de vender 500 mil cópias sem promoção e combatendo o establishment.
Sem alinharem numa digressão de grande escala, desde então os Rage já foram proibidos de tocar pela polícia num protesto em Minnesota, juntaram-se ao movimento Ocuppy Wall Street, promoveram um boicote ao Arizona em resposta à implementação de leis que autorizavam a polícia a identificar pessoas consoante a cor da pele, e participaram em várias ações contra as torturas em Guantánamo.
Os Rage Against the Machine, passaram a ser reconhecidos pelas suas posições revolucionárias. Os Rage, empunharam o rock como arma política.
Felizmente, não estão sós em Combate.

Propostas para a emissão:

ABERTURA: Rage Against the Machine - Killing in the Name
LANÇAMENTOS:
- Idles - Joy as an Act of Resistence
- Parquet Courts - Wide Awake!
- Protomartyr - Consolation
- Protomartyr/Spray Paint - Irony Prompts a Party Rat
FECHO: The Clash - Ghetto Defendant
Sexta-feira, 20h, com Mano Jorge

VOZ ONLINE

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A nossa equipa tem uma experiência bastante diversificada, em comum a ideia de fazer uma rádio com gente dentro. Mas estamos aqui para apoiar novas ideias. Somos uma rádio de microfone aberto para a sociedade e para a diversidade.

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